segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Masha and the Bear

Cartoon Lover

    Ontem estava eu sem nada para fazer qaundo decidi (juntamente com a minha companhia) ir para o youtube pesquisar videos para passar o tempo e rir um pouco. Ao fim de alguns videos encontramos um video de uns desenhos animados russos "Masha and the Bear". Que tesouro! Uma menina de 3 anos que dá cabo da vida de um pobre urso que só quer paz e sossego.
    Cresci a ver desenhos animados e continuo a adora vê-los. Fico completamente hipnotizada por eles. Não é preciso perceber nada do que eles dizem para perceber o que se passa e nos sentirmos cativados. Nesse sentido acho que são verdadeiras obras de arte (alguns deles). Conseguem transparecer sentimentos, histórias e piadas e nem sequer precisam de falar para as percebermos...
    Quando os vejo continuo a sentir-me criança, num patamar onde tudo é mais simples e onde não existe uma complexidade tão grande como no mundo dos adultos, que me assuta por vezes!
    Talvez por isso, por vezes, me sinta como a branca de neve vinda do reino dos desenhos animados e que tenta perceber que mundo é este e como dar sentido à vida e ao mundo.
   

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Nem sempre é para ti...

Porque é que quando dizemos algo toda a gente pensa que estamos a falar deles, sobre eles ou a enviar algum tipo de indireta...
Será que não podemos dizer o que nos vai na alma sem que ninguém pense que é uma indireta ou um recado para eles?!
Mas bem... se a carapuça serve quem quiser que a meta!

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Crua e dura

No mundo em que vivemos todos nos pedem para sermos nós mesmos. Porém quando o somos grande parte das pessoas não aceita a nossa sinceridade e a nossa capacidade de vermos o que de errado há com elas. Temos que ser sinceros mas mentir todo o tempo, metiras piedosas, mas nunca deixam de ser mentiras... Quando somos sinceros e dizemos o que pensamos de forma crua e dura, somos senmpre os maus da fita, ninguém nós aceita, mesmo quando temos toda a razão do mundo.
Aqueles que por vezes que se intitulam como amigos são uns seres estranhos que querem ouvir o que querem e não o que realmente nós achamos da situação ou deles. Vivemos numa era em que ninguém aceita a verdade, qaundo está é dura ou triste, todos querem que lhe seja tapado o sol com a peneira.
Pois eu, eu... não sou assim e já sofri muito nas mãos de pessoas que não aceitam a minha simplicidade e honestidade. Sou má, esquisita e até tenho humor negro....
Não, sou uma pessoa real que olha para o mundo e vê que nem tudo é perfeito e nem todos somos santos :)
Todos temos dentro de nós o mal e o bem e por vezes usámo-los
A vida por vezes é dura, o mundo por vezes é difícil, e as pessoas, por vezes, são muito pouco humanas e eu apenas encaro isso como sendo real, não quero que me tapem o sol com a peneira... Quero viver num mundo real e saber com quem e com o que posso contar!  

terça-feira, 2 de junho de 2009


Guess what I'm going to do?
Amanhã rumo ao meu interrail... Depois de tanto tempo a querer fazer um interrail mas sem nunca acreditar que o iria fazer realmente, eis que a vida me traz a oportunidade de partir a aventira cheia de adrenalina e sem saber o que esperar. Daqui a 22 dias eu volto e vamos ver como correu ( neste momento estou apenas espectante sem saber se me domina o medo ou a curiosidade).

quarta-feira, 27 de maio de 2009


Como se cura um coração partido?????

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Depois de tanto tempo desaparecida e sem dar sinais poderiam pensar que tinha ido desta
para melhor, mais especificamente, que tinha batido a bota. Mas não... (infelizmente para
alguns e felizmente para outros continuo por cá).
Não tenho dedicado muito tempo a escrita nem a desiminação das minhas ideias neste planeta.
Decidi tirar uns tempos para viver sem muita reflexão ou análise porque nada melhor que aproveitar os dias e os momentos para mais tarde voltar a ter assunto para germinar ideias e pensamentos.
Hoje, apeteceu-me voltar a escrever.

Continuo fascinada com as ironias e incongruências do mundo.

Ultimamente tive uma situação no trabalho que me deixou a pensar. Ouvi a versão de um
dos involvidos e percebi que as razões para os seus actos era completamente justificáveis. Porém
passado uns dias ouvi a versão da entidade empregadora para o sucedido, e fiquei a pensar:
Afinal de quem é a culpa?
Será que nas teias das relações humanas se consegue estabelecer realmente a culpa de uma
ruptura? Ou será que esta rupturas são produto de um conjunto de situações com interpretações
dúbias?
Se nos colocássemos no lugar de uma das partes teríamos actuado da mesma forma, porém se
nos colocássemos no lugar da outra parte também teríamos reagido da mesma forma (ou pior).
É curioso como, na maioria das vezes, somos inacapazes de pensar na reacção da outra pessoa
antes de agir. Pessámos apenas no que sentimos e agimos consoante a nossa própria veleidade
sem dó nem piedade...
E poderemos conseiderar culpado que age sem ter em conta o outra parte ou a outra parte que
reage sem ter em conta o outro também...

Realmente parece uma teia, onde nos enrolamos e ficamos presos nas nossas próprias redes!!!!